ALIANÇA E PROPÓSITO


 Imagem Extraída de: https://somosdecristo.com.br/

No Antigo Testamento, Deus se comporta como o noivo/marido, traído pelo seu povo e tentando entender o que fez de errado para merecer tal comportamento desleal daqueles com o qual Ele se revelou e criou uma aliança. A pergunta que Deus faz ao seu povo, por intermédio do profeta Jeremias, é algo de grande reflexão. Ele pergunta: Que mal eu fiz? (Jeremias 2.5).
O ápice dessa demonstração de Deus com o seu povo, é o exemplo do profeta Oséias, convocado a se casar com uma mulher adúltera e prostituta, para simbolizar de forma real como o Senhor se sente ao se relacionar conosco.

Já no Novo Testamento, temos Cristo como o noivo fiel e a Igreja como a sua noiva. E também somos chamados de adúlteros e adúlteras, por se relacionar com Jesus e ao mesmo tempo se relacionar com o mundo. (Tiago 4.4).

A relação de Deus com o seu povo e de Cristo com a Igreja é comparado como um casamento. O casamento é mais do que união pessoal, é uma aliança de fidelidade e companheirismo.
Nessa aliança, para fazer dá certo, é preciso abrir mão de desejos, sonhos e até mesmo da própria vida. Jesus falou que aqueles que querem ir até ele é preciso "negar a si mesmo". (Mateus 16.24; Marcos 8.34 e Lucas 9.23).

A promessa feita no altar deve ser honrada e cumprida. É mais do que uma obrigação, é uma questão de caráter e moralidade. Para isso, é preciso ter propósito. Casar com alguém apenas para desfrutar do prazer e da liberdade, sem assumir a responsabilidade é um ato egoísta e libertino. Querer viver com Deus e ao mesmo tempo ao mundo é desejar ter o que os tempos modernos chamam de "relacionamento aberto".
 
Todavia, essa atitude de querer viver sem responsabilidade e sem compromisso é simplesmente estar sem propósito, afinal a verdadeira conquista na vida secular e cristã só é para aqueles que estão dispostos a permanecer firmes.

"Nada temas das coisas que hás de padecer [...]. Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida.
Apocalipse 2:10

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